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Um debate de dar sono.

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O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República aconteceu no domingo, 28 de agosto, por iniciativa da TV Bandeirantes. Seis candidatos participaram, entre os onze que registraram candidatura. Foi um debate frio, que se tornou chato à medida que acontecia. A minha percepção foi de resultado nulo, para a intenção de cada um de conquistar votos. A vantagem deles foi que nenhum deles perdeu o que tinha quando chegou à emissora. 

Os encontros dos candidatos Jair Bolsonaro e Lula com os âncoras do Jornal Nacional criaram expectativas com relação ao desempenho deles no debate. Lá, Jair Bolsonaro segurou como pode a ira com os âncoras. Lula saiu-se como um lorde, aproveitando-se do ambiente favorável a ele. Até colinha ele recebeu. 

No debate, a jornalista Vera Magalhães tirou Jair Bolsonaro do sério e ele e Ciro Gomes provocaram o mesmo efeito no Lula. Mas, nada que criasse um impacto estridente. No ambiente paralelo, aconteceu o que sempre acontece. Editado, o debate foi utilizado como mensagem para os eleitores de cada um. Alguns comentários nas redes indicaram a frustração de potenciais eleitores da senadora Simone Tebet com ela. Houve declaração de troca de preferência para Ciro Gomes, mas nada relevante. 

Esperei melhor desempenho do candidato Luiz Felipe D’avila, porque, entre todas e todos, ele é o único com a bandeira de não intromissão dos agentes do Estado Brasileiro na vida das pessoas. Dávilla apelou para um discurso estridente contra o Fundo Eleitoral, bandeira que não faz o menor sentido com o argumento de não uso do dinheiro do povo nas campanhas, já que ele e o partido dele utilizam, sem constrangimento, os horários eleitorais na TV e no rádio financiados pela mesma fonte. 

A Senadora Soraya surgiu como novidade no cenário, mas sabe-se que ela só está na disputa pela Presidência, pela dificuldade que o partido dela, União Brasil, encontrou para compor com os pólos. Se o partido acertasse com Lula, deixaria Sérgio Moro numa situação bem pior do que ele já está, e o acerto do partido União Brasil com Jair Bolsonaro se tornou complicado, depois que o Presidente do Partido, Luciano Bivar, tomou um passa fora do Presidente da República no início do mandato. 

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