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Para mim, seria uma escolha fácil. 

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A China e os Estados Unidos são duas potências econômicas mundiais, por dados concretos e percepção. O Brasil está longe, bem longe, de atingir a posição dos dois países e se deseja alcançá-la poderá escolher os caminhos que eles trilharam, que são opostos. 

Os Estados Unidos tornaram-se uma potência econômica sem dispensarem a democracia. O país passou por uma guerra civil, quando os americanos divergiram com relação à escravidão a ponto de dividirem o país em dois lados e divididos, matarem-se se uns aos outros, cada lado em defesa da própria opinião. Houve Lincoln. 

Já na China…

Para se ter ideia da diferença que há entre ser operário numa fábrica chinesa e em uma americana, a Netflix oferece o documentário “Indústria Americana”, Oscar  de 2020, trabalho do casal Obama. Não darei spoiler. Deixo a seu cargo o julgamento. Cito, exclusivamente, a favor do meu argumento, que no documentário, uma operária negra, diante das arbitrariedades dos chefes chineses, defende a criação de um sindicato. Pobre mulher! 

Por tudo que conheço e tenho lido ao longo da vida sobre como a China e os Estados Unidos chegaram ao pódio das potências econômicas mundiais, eu não tenho dificuldade alguma para escolher o caminho a seguir. Numa crise econômica? Eu passaria longe, muito longe, do “Grande Salto Adiante”, de Mao Tse Tung, um projeto que desconfio ainda pode ser comprado pelo PT. A ignorância é um perigo!

E teria ainda menos dificuldade para escolher, sendo Presidente do Brasil depois de ter sido operário numa fábrica em São Paulo com liberdade para criar um partido político para chamar de meu. Francamente, o que seria do Lula na política chinesa? Nos Estados Unidos ele até poderia, certamente, chegar onde chegou no Brasil. Já na China…Lá a fila da sucessão é longa e não é decidida pelo povo. 

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