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O debate

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Você viu o debate na Globo? 

Gente, o objetivo de um debate é a conquista e sustentação de eleitores pela comparação O debate é mais uma etapa de um processo de seleção, que a gente chama de campanha.  

Para se considerar vitorioso num debate, um candidato não pode perder os eleitores que já tinha antes do evento e deve conquistar novos. Mas, qual o instrumento de medição do resultado de um debate, para que se possa dar o título de vencedor a um dos candidatos ? Há que usar as pesquisas, mas elas não andam com muito crédito. 

Assisti ao debate e não vi vencedores. Cada candidato entrou com os eleitores que tinha e saiu sem novos. Os eleitores indecisos viram um debate de acusações mútuas e, em alguns momentos, engraçado pela presença cômica do candidato padre, colocado no ambiente pelo Roberto Jefferson, exatamente, para complicar o jogo. 

Não gostei da posição do William Bonner numa plataforma que o colocava acima dos candidatos. A imagem era de superioridade ou de um juiz num jogo de voleibol. 

Lula foi identificado por todos os adversários como líder de uma organização criminosa e perdeu a linha quando o padre bateu mais pesado. A fragilidade, Lula deve ao modo como o STF resolveu o problema dele com a Justiça, porque a Corte, simplesmente, anulou os processos Lula, no entanto, insiste na tese da absolvição, que não convence, porque não aconteceu. Ele estaria melhor protegido com a denúncia de parcialidade do Juiz, que o julgou. 

Jair Bolsonaro teve uma atuação agressiva no primeiro bloco. Desnecessária. Mas, deve ter sido instruído para agir assim, já que a tradição diz ser o primeiro bloco, o de maior audiência. Nos demais blocos, o Presidente saiu-se melhor.  

Simone Tebet prometeu o mundo e permaneceu com o papel de dizer que resolverá a fome num estalar de dedos. Ninguém acredita. Soraya Thronicke ainda não aprendeu a conviver com os cílios postiços e com a caneta. Ela saiu do debate com a imagem de alguém que deseja criar mais um imposto, pois não conseguiu esclarecer o que pretende com o imposto único. 

Luiz Felipe D’ávila esteve bem, mas a imagem dele lembra a de um personagem das histórias em quadrinho, o Richie Rich, o Riquinho, da Harvey Comics. A imagem dele não ajuda muito. Ciro Gomes estava nervoso e o nervosismo dele tornou as exposições confusas ainda mais confusas as exposições que faz sobre os problemas do Brasil. 

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