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Armas, elas são o problema.

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Assisti todas as entrevistas e todos os debates ocorridos durante a campanha para o governo do Estado do Rio de Janeiro. Cinco candidatos disputaram, mas quatro foram relevantes: Claudio Castro, Marcelo Freixo, Rodrigo Neves e Paulo Ganime. Dois foram competitivos, mas não houve segundo turno, pois Cláudio Castro venceu com uma vantagem grande sobre o segundo lugar, Marcelo Freixo. 

A Segurança Pública foi pauta importante como sempre foi e, também como sempre aconteceu, tivemos diagnósticos demais e propostas em desalinho com eles. Repetiu-se a velha lenga-lenga do combate ao crime com inteligência e com uma política pública para a educação, para que o Estado concorra com o crime na conquista das crianças e dos jovens. Sempre o mais do mesmo. 

Vamos combinar? Onde está o problema? Nas armas em poder dos criminosos. Não lhe parece? Por que morrem policiais e gente inocente quando a polícia aparece nas comunidades? Porque os criminosos estão armados e andam armados livremente em todas as comunidades. 

Concorrer com o crime? Brizola dizia isso, mas nunca disse o essencial: acabar com o crime. Será que o Estado Brasileiro, com as forças policiais que tem, com as Forças Armadas, com Polícia Federal e todo o aparato de investimento não tem mesmo como evitar as armas? Por que será que nenhum candidato apresenta uma proposta concreta, um compromisso definitivo com o combate às armas? 

Será mesmo impossível ao apreender as armas descobrir como elas chegaram às mãos dos criminosos? Com quem eles obtêm as armas? Como pagam por elas? A quem entregam o dinheiro? O que é feito com as armas apreendidas? Há uma forma de a população ter conhecimento do destino dessas armas? Nenhum candidato toca nesse problema. 

O blá,blá,blá é sempre o mesmo: qualificação das polícias, remuneração melhor para os policiais, mais policiais nas ruas e etc . Combate às armas? Isso não e por ser não, o Presidente da República eleito em 2018, Jair Bolsonaro, carregou na pauta a liberdade para o uso de armas, uma providência que, segundo ele, ajudaria a população a combater o crime sem precisar da polícia ou da Justiça. 

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